segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Encerrada com sucesso a 3ª Feira do Livro de São Luís

Reunião de avaliação com parceiros define metas para a quarta edição do evento.


Nesta terceira edição da Feira do Livro de São Luís, promovida pela Prefeitura de São Luís e realizada pela Fundação Municipal de Cultura (Func), a cidade, mais uma vez, se reencontrou com os livros e com a leitura durante os dez dias de evento na Praça Maria Aragão. No período de 20 a 29 de novembro, mais de 200 mil pessoas circularam pelos espaços que integraram a estrutura e programação da Feira.
O reencontro, na verdade, ocorreu com a própria história e tradição literária da cidade. Já que, nesta edição, ocorreu a plena inserção dos escritores locais, efetivos espaços de participação dos editores, livreiros, distribuidores, gráficas, de professores, bibliotecários, arte-educadores, animadores culturais e artistas. Todos garantiram o fomento das cadeias criativa, produtiva e mediadora da leitura. Além da representativa movimentação financeira gerada durante o evento. Segundo o presidente da Associação dos Livreiros do Estado do Maranhão, Milton Lira, a estimativa é que tenham sido comercializados R$ 2,8 milhões em livros.
Porém, a feira não foi um mero espaço de comercialização de livros. A parte comercial teve dimensão fundamental sim para o êxito do evento, mas o foco de sua programação centrou suas atividades na importância da leitura no desenvolvimento humano e educacional, capacitando educadores, estudantes universitários e alunos do ensino fundamental e médio.
A estrutura da 3ª Feira de São Luís foi ousada e inovadora para a cidade, assim como em comparação com as outras edições. A organização enfrentou o desafio de montar uma estrutura em local aberto, cheio de adversidades naturais (sol, calor e vento) e de infra-estrutura (tamanho do espaço, fornecimento de energia, telefone, internet, água, esgoto, trânsito, etc.). No entanto, todas as dificuldades foram solucionadas, garantindo o funcionamento da Feira.
E, inovou mais uma vez, quando realizou no seu último dia de funcionamento (29), uma reunião envolvendo os parceiros, patrocinadores e livreiros, para avaliar o modelo adotado e os resultados alcançados, destacando os pontos positivos e negativos. É fato que mudanças geram algumas insatisfações, por isso a preocupação da coordenação em ouvir todos os envolvidos no processo de elaboração e construção do evento. Todos os pontos destacados foram devidamente avaliados e discutidos em conjunto, inclusive a data de realização da quarta edição da Feira do Livro que deverá ser de 12 a 21 de novembro de 2010.
Ao final da reunião, o presidente da Func, Euclides Moreira Neto, agradeceu a participação ativa de todos na Feira e reafirmou: “o nosso compromisso é com a cidade e sua população. O objetivo aqui é realizarmos um evento onde todos tenham voz e vez. Ainda mais em um evento tão importante para o Maranhão”.

domingo, 29 de novembro de 2009

Feira do Livro de São Luís chega ao último dia com sucesso de público

Durante dez dias, o público pôde deleitar-se com o melhor da Literatura



Desde a abertura, no último dia 20, milhares de pessoas já visitaram a 3ª Feira do Livro de São Luís, que acontece na praça Maria Aragão até este domingo (29). Atividades simultâneas foram realizadas nos mais de dez espaços com uma programação diversificada, voltada para crianças, jovens, adultos e pessoas da terceira idade.

Na Feira, promovida pela Prefeitura de São Luís e organizada pela Fundação Municipal de Cultura (Func), o público apreciou a literatura, o teatro e a dança. Cerca de 200 escolas, com visitação pré-agendada, marcaram presença na mostra e encontraram no evento não só momentos de lazer e diversão, mas, sobretudo, de conhecimento.


Para o público infantil, uma vasta programação nos estandes do Sesc, carrobiblioteca e circoler, com contação de histórias, performances teatrais, oficinas de leitura, além de origami, tagram, que fazem a alegria da criançada. Para jovens e adultos, estandes de livros, palestras na Casa da Juventude, auditórios Ferreira Gullar e José Louzeiro e os lançamentos de livros na Casa do Escritor.

Uma das novidades da III Feira do Livro de São Luís foi a presença direta dos apoiadores e patrocinadores em estandes montados na praça Maria Aragão, onde eles participaram da programação, promovendo eventos e exposições. Com isso, as instituições aproveitaram para estabelecer um contato mais aproximado com seu público e apresentar projetos e serviços prestados à sociedade.

Para este domingo (29), a solenidade de encerramento, que acontece a partir das 18 horas, contará com a participação de cantores e representantes da cultura local. Uma grande festa para fechar com chave de ouro um dos maiores eventos literários de nossa cidade.

Estrutura da feira - Este ano, a feira contou com uma extensa programação durante dez dias, incluindo seminários, encontros, oficinas, cursos, rodas de conversa, lançamentos e relançamentos de livros, exibição de filmes e programações especiais para os públicos infantil e juvenil.


O Espaço Cultural abrigou o Espaço dos Livreiros, devidamente ambientado e estruturado para acomodar os estandes de livros. Os livrões espalhados pela Praça Maria Aragão apresentaram trechos e a biografia de escritores maranhenses, fazendo uma grande homenagem a nomes que, muitas vezes, não são literatos, como é o caso de Terezinha Rego, explicou.

A estrutura do evento ocupa uma área de seis mil m², envolvendo a Praça Maria Aragão, as instalações do Espaço Cultural, área do estacionamento da Praça e a Casa do Professor, localizada no prédio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), na Rua Rio Branco

Programação cultural deste domingo
- Banda Fanfarra do Colégio La Rocque (Centro), regida por Luis Wagner Correia
- Bloco Tradicional "Os Foliões"
- Grupo de Hip Hop "Força Guetho" - Casa da Juventude
- Espetáculos teatrais: "Memórias de um sargento de milícias", por alunos da Universidade Dom Bosco – UNDB, e "As mentiras que os homens contam", por alunos do Uniceuma.

Estande de Escritor Maranhense é destaque no Espaço dos Livreiros

Durante a terceira edição da Feira do Livro, a produção maranhense mais uma vez foi destaque no Espaço dos Livreiros. Cerca de 165 escritores colocaram 275 títulos no Estande do Escritor Maranhense. O objetivo do estande é contribuir para a maior aproximação do público com a produção literária local, o que vem surtindo efeito, pois vários títulos já estão esgotados.

O recordista de todas as edições da Feira e que se mantem em primeiro lugar de vendas este ano também é o historiador, professor e escritor, Antônio Guimarães de Oliveira. Com oito livros lançados, este ano apresenta ao público “O Arquivista Acidental”, que já está em sua 5ª edição, foram vendidos 500 exemplares até o penúltimo dia da Feira. Nos anos anteriores, foram 1402 exemplares do livro “Algodão: Ouro Branco” e 1101 exemplares do livro “A Fuga do Perfume”.

Para ele, lançar livros na Feira é muito interesse, “além da oportunidade de manter contato direto com o grande público, nós impulsionamos um interesse maior pela leitura na população”, conta Antônio Guimarães que esteve todos os dias da Feira presente no Estande do Escritor Maranhense e acrescenta sorrindo: “é estratégico!”.

O presidente da Associação dos Livreiros do Maranhão, Milton Lira, afirmou que o evento supera a cada ano as expectativas da classe. “Foi grande volume de vendas na terceira edição. Hoje podemos estimar que até amanhã, o último dia da Feira, foram comercializado mais de 2,8 milhões em livros”, avaliou Lira.

O Estande do Escritor Maranhense comercializou em média 18 mil reais em exemplares de produção local, sendo que 52 em títulos estão esgotados com a venda de aproximadamente 200 livros por dia. Entre eles, merecem destaque: “Caminhos de São Luís, de Carlos de Lima e “Honoráveis Bandidos”, de Palmério Dória.

sábado, 28 de novembro de 2009

Apoiadores e patrocinadores tem estandes na Praça Maria Aragão

Parceiros marcam sua participação na 3ª Feira do Livro

A Feira do Livro de São Luís contou com muitas novidades nesta sua terceira edição. Dentre elas, a mudança do Espaço dos Livreiros para o Espaço Cultural, com estrutura mais adequada e ambiente climatizado; o novo horário de funcionamento da Feira para 16 horas às 22 horas.

Outra novidade foi a presença direta dos apoiadores e patrocinadores em estandes montados na Praça Maria Aragão, onde estes participam da programação, promovendo eventos e exposições. Com essa participação, as Instituições aproveitaram para estabelecer um contato mais aproximado com seu público de interesse e apresentar projetos e serviços prestados à sociedade.

Presente na Feira desde a sua primeira edição, a Federação do Comércio (Fecomercio) o Serviço Social do Comércio (SESC), regional Maranhão, trouxe para o seu estande institucional a exposição dos serviços oferecidos e a apresentação de vídeos institucionais. Além disso, o SESC conta com mais seis estandes, apresentando vasta programação infantil, com contação de histórias, perfomances poéticas, pintura facial, além de oficinas de origami, leitura e música.

No estande da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) estão em exposição cerca de vinte livros produzidos a partir de trabalhos de professores e livros de coletâneas de trabalhos científicos. Também, tem a apresentação do projeto “Iconografias do Maranhão, realizado por alunos do curso de Desenho Industrial, com objetivo de por a visualidade da cultura a serviço da inovação e do desenvolvimento sustentável dos grupos e manifestações pesquisados. Tudo é feito com a participação direta das comunidades. Após o trabalho de campo e as vivências, ocorre a sistematização da interpretação iconográfica. Além disso, está em exposição do projeto Ilha da Ciência desenvolvido pelos alunos do curso de física, o 14 BIS,, sob a coordenação do vice-reitor, o Prof. Dr. Antônio Oliveira. Há também a exposição de banners sobre projetos desenvolvidos pela universidade e as obras que estão sendo realizadas pela atual gestão, como o projeto gráfico da Concha Acústica. Além, da apresentação de vídeos institucionais realizados pelo Departamento de Assuntos Culturais (DAC), como o Maracanto, Femaco, Unireggae e outros.

Outra opção é o estande da Vale que trouxe para a Feira a Amostra Fotográfica do Tambor de Crioula, com o lançamento do Livro “O processo de produção do livro Tambor de Crioula: da pesquisa ao lançamento”, de Micaela Neiva Moreira e Gabriel Jaureguy. No dia 23, houve o lançamento da exposição “Beco do Vieira”, em homenagem à arte de Antônio Vieira, com destaque para as letras, músicas e registros fotográficos de sua carreira. Há também a exposição de produtos reciclados, com um canteiro de flores de garrafas pet. Pode-se entrar ainda uma estante repleta de livros que receberam apoio da Vale, dentre eles “Nasci e cresci com o ECA” e “Catálogo dos Azulejos da Ilha de São Luís”.

Já no estande da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), a partir de um pré-agendamento, há a visitação de aproximadamente 500 alunos de ensino fundamental e médio, onde lhes são apresentados projetos de leitura, contação de histórias. Também é disponibilizado aos visitantes um espaço para leitura e serviço de internet. Além disso, todos os dias, a partir das 19 horas tem a exibição de filmes no CineSeduc.

Todos integram a programação da 3ª Feira do Livro de São Luís e contribuem com a realização do evento. A cada edição da Feira desenvolve-se em torno de um processo de construção coletiva. Tal processo envolve a participação de diversas instituições na formatação e validação do tema, na definição do patrono, eixos temáticos, planos de divulgação, apoio institucional, estratégias de viabilização, projeto arquitetônico e ambiental, na programação e etapas de ação, entre outros pontos.

Batida Afro é atração na Feira


Alunos do Centro de Ensino Manuel Beckman fazem apresentação na Feira

Na tarde de hoje (27), milhares de alunos de escolas públicas e particulares estiveram visitando a Feira do Livro. A movimentação intensa na Praça Maria Aragão só foi interrompida quando um grupo de alunos do Centro de Ensino Manuel Beckman começaram a batucada. A grande atração estava se apresentando no estande institucional da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC).

Sob a direção de Estélio da Silva Leal, 45 alunos do ensino fundamental e médio tocavam, cantam e dançavam músicas afro. Trata-se do Projeto “Em busca de nossas raízes: escola e identidade étnicoracial”.

Com o objetivo de estimular a busca pela identidade racial através da música e da dança, o projeto é coordenado pela professora Fátima Passarinho e oferece oficinas de percussão, canto, dança e teatro. O professor Zumbi Bahia ensina desde a confecção dos instrumentos até a batida exata na pele dos tambores.

Em sua segunda apresentação pública, todos estavam bastante entusiasmados, inclusive o diretor. “A gente não imaginava que o interesse dos alunos em participar do projeto fosse ser tão grande. Todos têm orgulho em celebrar a sua cor através da música”, conta ele assistindo à apresentação.

O projeto foi inscrito e contemplado pelo Programa “Ensino Médio Inovador”, promovido pelo Ministério da Educação (MEC). Foi iniciado em 2009 e deve permanecer em atividade no próximo ano. Não tem limitação de idade ou sexo, a única exigência é ter assiduidade nas aulas e boas notas.

Maioridade penal e garantia dos direitos juvenis em debate na 3ª Feira do Livro


A casa da Juventude na 3º edição da Feira do Livro de São Luis, promoveu nesta quinta-feira (26) a roda de dialogo: maioridade penal e a garantia dos direitos juvenis. O evento contou com a presença do Conselheiro Tutelar, Carlos Sérgio, da jovem representante da Pastoral da Juventude do Maranhão, Eunice Costa e de membros do Conselho Municipal de Juventude de São Luis.

Durante o bate-papo com os convidados, os jovens expressaram tudo àquilo que pensam sobre a maioridade penal e as políticas públicas de segurança aplicadas pelo poder público para a juventude maranhense.

Para Rômulo, jovem, morador do bairro da ilhinha e ex-usuário de drogas, tudo é uma questão de oportunidade.“Começei a usar drogas aos 13 anos, por duas vezes fui internado, foi difícil abandonar o mundo das drogas, mais quem já passou por isso sabe do que eu estou falando” e continuou, “ Os jovens que andavam junto comigo hoje tem uma certa referencia da minha pessoa, inclusive dizem que se eu consegui, eles também conseguirão. Tudo é uma questão de oportunidade, uma mão amiga, um olhar sem reprovação, sem discriminação”. enfatizou o jovem.

Eunice Costa, representante da Pastoral da Juventude fez uma retrospectiva sobre a luta das entidades organizadas de juventude, que encamparam a campanha “na luta pela vida” realizada em meados do ano passado.

A jovem ainda apresentou 10 razões para que a sociedade diga não á redução da maioridade penal e disse: “Preciso comentar, porque a desigualdade social é uma das principais causas da violência? Porque o dia-a-dia da vida dos/das adolescentes e dos/das jovens está marcado pela violência da prostituição, do crime, do tráfico de drogas e com o agravante da ausência de perspectivas de renda decente, num País que não sabe o que é crescimento econômico sustentável nos últimos 25 (vinte e cinco) anos; Porque sem a elevação urgente e necessária da escolaridade dos/das jovens empobrecidos/as, o Brasil não restabelece o diálogo com o futuro, tendo em vista que somente 01 (um) de cada 02 (dois) destes /as jovens estudam atualmente no País.

Para o Conselheiro Tutelar, Carlos Sérgio o estado prioriza a Política do endividamento, ao invés das Políticas Sociais, provocando a migração dos/das jovens para outros países, aumentando assim o desemprego e a descrença no futuro. “A juventude era vista como prioridade de nação e hoje já não está mais na pauta de muitas discussões. O que assistimos diariamente é a exportação dos sonhos de nossa juventude, ludoviscense, maranhense, de nossa juventude brasileira que está por ai ociosa e desempregada, sem oportunidade, vivendo das fantasias implementadas apenas nos rascunhos de gabinetes dos secretários e ministros deste país", disse.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

INAUGURADO O TELECENTRO COMUNITÁRIO MESTRE NIVÔ





O prefeito de São Luís, João Castelo, inaugurou, nesta sexta-feira (27), o Telecentro Comunitário Mestre Nivô da Biblioteca Municipal do Bairro de Fátima. O novo espaço destinado à inclusão digital foi concedido à Prefeitura de São Luís por meio do Ministério da Cultura (Minc) e da Biblioteca Nacional, que doou o conjunto de bens patrimoniais para a modernização da biblioteca.

Participaram da cerimônia a primeira-dama, Gardênia Gonçalves, o presidente da Fundação Municipal de Cultura (Func), Euclides Moreira Neto, o presidente da Academia Maranhense de Letras, Lino Moreira, a coordenadora da Biblioteca, Anízia Nascimento, além de secretários municipais.

Destinado pelo Ministério das Comunicações como parte do Programa de Inclusão Digital, o Telecentro Comunitário é constituído por um computador servidor, dez computadores estação, data-show, roteador wireless, impressora a laser, 11 estabilizadores de voltagem, 11 mesas para computador, mesa para impressora, mesa do assistente, armário e 21 cadeiras multiuso.

Todos os computadores são conectados à internet banda larga, onde serão realizadas atividades por meio do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) com a finalidade de promover a inclusão digital e social das comunidades atendidas, criando mais oportunidades aos cidadãos de São Luís.

Com o Telecentro, que será de uso livre dos equipamentos pela comunidade, poderão ser realizadas atividades como acesso à Internet, cursos de informática, de navegação na Internet, oficinas de alfabetização digital, capacitação, produção e compartilhamento de conhecimento coletivo, além de atividades sócio-culturais para mobilização social e/ou divulgação do conhecimento.

Para o presidente da Func, a instalação de um Telecentro na Biblioteca do Bairro de Fátima é de fundamental importância, já que a biblioteca é a matriz do Sistema Municipal de Bibliotecas, que será lançado em dezembro próximo. “O prefeito João Castelo assinou um convênio com o Ministério da Cultura para a instalação de mais dez pontos de leitura na capital maranhense”, anunciou Euclides.

A viúva de Mestre Nivô, Domingas Correa Melo, emocionou-se ao falar da homenagem ao marido, que era mestre de tambor de crioula e que dedicou a vida à cultura popular no bairro. “Estou feliz pela homenagem e acredito que não apenas eu, mas todos aqui sentem muito a falta dele”, disse.

A pequena Taciara Pacheco, de dez anos, moradora do bairro, adorou a ideia de ter computadores na biblioteca. “Agora vai ficar melhor pra gente aprender mais”, disse a estudante.

Modernização – A ideia de unir a cultura popular com as novas tecnologias e o trabalho executado pela coordenação da biblioteca, que recebe uma média de mil pessoas por mês, fortaleceu o recebimento dos bens patrimoniais. “Nós fazemos um trabalho que envolve 23 comunidades, que são contempladas com os 11 projetos de extensão da biblioteca, além das salas comunitárias de leitura presentes em 13 comunidades”, pontuou a coordenadora da biblioteca.

A lista dos novos equipamentos é formada por mil títulos de livros, oito estantes em aço, um computador, uma impressora, um nobreak, seis mesas redondas, 24 cadeiras estofadas, um data-show, um home theater, um aparelho de DVD, uma TV de 29 polegadas e dois circuladores de ar.

Ao visitar as instalações da biblioteca, o prefeito João Castelo solicitou ao secretário de Obras e Serviços Públicos, Cláudio de Carvalho, que também estava presente, que fizesse um levantamento do que é necessário para garantir a ampliação das instalações da biblioteca. “Toda atividade cultural sempre terá meu apoio, pois quem aprende vive melhor, melhora o nível de cultura”, finalizou o prefeito.